Conformidade imobiliária
A tecnologia apoia. A responsabilidade permanece.
O Trato Imob organiza autorizações, assinaturas, visitas e evidências. Não substitui o corretor, o advogado, o cartório, o CRM nem o Sistema COFECI-CRECI.
Versão de 18 de julho de 2026.
1. Autorização de divulgação
A divulgação pública de proposta de transação imobiliária exige autorização escrita. O fluxo deve registrar a autorização, o imóvel, as condições, os canais permitidos, eventual exclusividade, prazo, versão e signatários antes de liberar o envio ao CRM ou a portais.
2. Contrato de corretagem
Os modelos usados por profissionais inscritos devem ser validados em relação ao contrato-padrão e às regras vigentes do COFECI. O sistema controla versão e completude, mas não cria sozinho a adequação jurídica do texto.
3. Assinatura eletrônica
Assinaturas eletrônicas podem ter níveis simples, avançado ou qualificado. A adequação depende do documento, das partes, do nível de risco e de eventual exigência legal. O Trato Imob usa provedor externo e preserva evidências, condicionado a modelo e método aprovados.
Documentos que envolvam atos de transferência e registro de bens imóveis podem exigir assinatura qualificada e procedimentos próprios; o Trato Imob não substitui o registro público.
4. SGR e Sistema COFECI-CRECI
O SGR é uma plataforma oficial e independente. O Trato Imob não possui, neste momento, parceria, homologação, integração pública ou autorização de uso de marca do COFECI, CRECI ou SGR. Qualquer integração permanecerá bloqueada até existir documentação técnica e autorização formal.
5. Proteção de dados
A imobiliária ou o corretor é responsável por definir finalidade, base legal, retenção e transparência no uso operacional. O Trato Imob deve formalizar seu papel de operador, suboperadores, medidas de segurança, apoio a direitos e resposta a incidentes.
6. O que podemos prometer
- fluxo guiado e controle de completude;
- registro de versão, autoria, evento e estado de integração;
- isolamento e controles técnicos descritos na página de segurança;
- bloqueio de automações sem autorização;
- apoio operacional à aplicação de modelos aprovados.
7. O que não prometemos
- validade jurídica automática ou resultado judicial garantido;
- homologação, chancela ou parceria oficial inexistente;
- registro imobiliário, fé pública ou substituição de cartório;
- conformidade sem participação do controlador e revisão profissional;
- imutabilidade absoluta de conteúdo fora de infraestrutura oficial apropriada.
Antes da comercialização, modelos, termos, política de retenção, contrato de tratamento e mensagens de venda devem ser aprovados por assessoria jurídica com experiência imobiliária e em proteção de dados.